Dentro dos desafios do arquiteto de TI hoje em dia a virtualização de servidores vem ganhando ênfase à medida que mostra-se uma prática cada vez mais presente. Por incrível que pareça o conceito de máquina virtual é antigo, inicialmente foi desenvolvida pela IBM nos anos 60. As vantagens na utilização de virtualização de servidores são inúmeras, dentre elas:

  • Oferece uma plataforma dinâmica já que uma única máquina pode virtualizar servidores distintos com ambiente operacional e configuração diferenciados;
  • O tempo de recuperação de desastres (DRP – Disaster Recovery Plain) é reduzido já que é possível agrupar os servidores de forma geograficamente dispersa (utilizando, por exemplo, o novo Hyper-V da Microsoft, que acompanha o Windows Server 2008);
  • Os servidores podem ser virtualizados para prover ambientes de desenvolvimento e teste sem o ônus do custo de um servidor físico, utilizando arquivos VHD;

A Microsoft possui diversas ferramentas disponíveis para virtualização, conforme mostra a ilustração a seguir:

virtualization
Fonte: http://www.microsoft.com/brasil/servidores/virtualizacao/solutions.mspx

Máquinas virtuais também podem ser utilizadas para testes em ambientes operacionais em versões diferentes da atual, como Windows 98 ou Windows 2000, dentre outros. Quanto mais servidores forem virtualizados mais o custo tende a cair, isso é bem interessante para equipes que precisam garantir o funcionamento de um aplicativo em diversos ambientes.

Outra forma de tirar proveito da virtualização é antes de adotar uma nova tecnologia, pois arquitetos e administradores de TI podem lançar mão deste recurso evitando riscos e custos desnecessários.

Se você nunca utilizou uma máquina virtual, sugiro os seguintes links para iniciar:

Como o propósito das máquinas virtuais disponíveis para download na Microsoft é apenas a avaliação dos produtos contidos nelas, fique atento, pois os arquivos VHD em sua grande maioria possuem data de expiração ou um número reduzido de dias para utilização.