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Numa mescla entre o que já estudei a respeito e a vivência como arquiteto (primeiro como consultor e agora dentro de uma instituição financeira internacional), colocarei nessa série de posts diversos conceitos, percepções e fatos relacionados com os papéis de um arquiteto de TI (ou de negócio).

Se você não está familiarizado com a nomenclatura utilizada para definir os possíveis tipos de arquiteto dentro de uma empresa, antes de iniciar, sugiro fortemente a leitura desse post. Nele os tipos mais comuns de arquiteto são delineados.

Qual o alcance da minha visão?

A divisão de vários papeis de arquitetura visa separar os diversos skills necessários para cada tipo de atuação. Seria muito difícil para um mesmo profissional, separar (de forma isenta) todos os interesses distintos, levando em consideração o alcance que sua visão teria em cada papel.

Abaixo coloquei um rascunho que fiz sobre a visão que cada arquiteto tem levando em consideração a estratégia da organização.

É muito importante considerar que:

  • O Arquiteto Corporativo deve fornecer um resumo de sua visão de longo prazo para o Arquiteto de Solução e o Arquiteto de Software;
  • O Arquiteto de Solução deve fornecer um resumo de sua visão de médio prazo para o Arquiteto de Software;

Além disso:

  • O Arquiteto de Software terá o seu foco voltado para resolver os problemas do atual software em desenvolvimento;
  • O Arquiteto de Solução terá o seu foco voltado para resolver integrações entre softwares, padrões tecnológicos, componentes de infraestrutura (comunicação, segurança, serviços, etc.);
  • O Arquiteto Corporativo terá o seu foco voltado para alinhar a estratégia global da empresa com a sua execução;

Numa definição minimalista, é importante frisar que:

A essência do trabalho de um arquiteto é alinhar a estratégia com sua execução.

Relembrando algumas competências

De forma bem sucinta, a tabela abaixo destaca as competências relevantes para cada tipo de arquiteto.

Arquiteto Competências
Arquiteto corporativo – liderança e capacidade de negociação;
– experiência em governança, economia e gerenciamento de projetos;
– conhecimento em arquitetura corporativa e modelagem de negócios.
Arquiteto de negócios – liderança e capacidade de negociação;
– experiência em governança, economia e gerenciamento de projetos;
– conhecimento em arquitetura corporativa e modelagem de negócios.
Arquiteto de soluções – amplo conhecimento técnico (geral);
– profundos conhecimentos em infra-estrutura, modelos de dados, orientação a serviço;
– boa compreensão da arquitetura corporativa.
Arquiteto de software – profundos conhecimentos em programação, frameworks, padrões e modelagem técnica.

Perceba que cada papel exige maior ou menor proximidade com TI (enquanto departamento, área ou célula dentro de uma organização). Mas isso é assunto para um próximo post. 😉