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O exemplo de código abaixo mostra o suporte do C# 4.0 para Variância e Contravariância. Mas o que vem a ser esses conceitos afinal?

using System;
using System.Collections.Generic;
using System.Linq;
using System.Text;

namespace SimpleVariance
{
    class Animal { }
    class Cat: Animal { }

    class Program
    {
        delegate T Func1<out T>();
        delegate void Action1<in T>(T a);
        
        static void Main(string[] args)
        {
            Func1<Cat> cat = () => new Cat();
            Func1<Animal> animal = cat;

            Action1<Animal> act1 = (ani) => { Console.WriteLine(ani); };
            Action1<Cat> cat1 = act1;

            Console.WriteLine(animal());
            cat1(new Cat());
        }        
    }
}

Com o advento do Generics um dos principais benefícios foi a capacidade de criar coleções com rigidez nos data types. Vamos tomar uma operação qualquer que manipula tipos quaisquer. Se temos como resultado da operação aplicada a qualquer X e Y dois tipos X’ e Y’ com o mesmo relacionamento X e Y a operação é considerada covariante. Contudo, se a operação inverte a grandeza (no sentido de estar contido dentro de um conjunto maior) sobre os seus resultados mas mantém a igualdade e independência, a operação é considerada contravariante.

No código acima, primeiramente são declaradas duas variáveis e dois delegates. Em seguida os delegates são implementados e as classes utilizadas, respectivamente. Nas linhas 21 e 24 vemos o uso, respectivamente, de variância e contravariância. Os novos keywords in e out são responsáveis por permitir especificar se um tipo genérico vai será passado para um delegate, interface ou método, ou se será retornado de um delegate, interface ou método.

Esse é um assunto um pouco extenso, e pretendo detalhar melhor num post futuro.